ALT.PORTAL.002 · plano de execução · 31 de agosto de 2026 · preparado para o Grupo Portal
Falar com o Queiroz
Plano por
Altavance Media
Preparado para
Plano de execução · continuação do diagnóstico ALT.PORTAL.001

A ordem é a estratégia. Uma frente por vez, começando por quem compra.

O diagnóstico mostrou que vocês têm três públicos e não um. Este documento é o que a gente faz com isso: o que entra em cada fase, em que semana, e qual número prova que funcionou. A verba não se divide entre os três. Vai concentrada no órgão público que adere à ata, porque a ata vocês já têm e o que falta é chegar em quem compra. Não tem promessa de quantidade de lead aqui: tem prazo, escopo e o dado que vocês passam a ter no fim de cada fase.

01A tese, em uma frase

Antes de escolher campanha, canal ou verba, vale deixar explícito o raciocínio que sustenta tudo que vem depois. Se vocês discordarem desta frase, o plano inteiro muda.

Vocês não precisam de mais verba antes de ter instrumento. Precisam de instrumento antes de mais verba.

Hoje há três anúncios no ar, subidos em 27/08, entregando sem pixel do Meta e sem Analytics. Eles gastam e não devolvem dado. Aumentar a verba nessa condição não acelera nada: multiplica um gasto que ninguém consegue explicar depois. A primeira fase deste plano não compra mídia nenhuma, e é a que muda mais coisa.

Recebe quase toda a verba

Órgão público

24 concorrentes ativos no Brasil inteiro

Quem adere à ata. Leilão praticamente vazio e o catálogo de vocês já fala com ele. Vocês já têm a ata pronta para vender: o que falta é chegar em quem compra. Por isso ela não é só a primeira da fila: é onde o orçamento fica concentrado.

Fica para depois

Representante

0 concorrentes recrutando nesse nicho

A frente mais vazia do mercado, e mesmo assim ela fica de fora das oito semanas. Recrutar quem vende não resolve o gargalo de hoje, que é alcançar quem compra. Continua guardada, e é o anúncio mais barato disponível no dia em que o funil do órgão estiver girando e o atendimento pedir mais gente na rua.

Recebe verba 2º

Fornecedor

225 concorrentes disputando a mesma pessoa

A briga mais cara do setor. Entra depois de propósito, quando o pixel já estiver treinado e já existir o custo por contato do órgão público para comparar.

A ordem acima é o contrário da intuição. O reflexo de quase toda agência é começar pela frente do fornecedor, porque é onde todo mundo está e onde parece haver mercado. Começar por ali significa entrar no leilão mais caro sem pixel treinado e sem saber quanto vale um contato. É exatamente a receita da terceira agência que não entrega. Aqui a fase 2 abre uma frente só, a de quem compra.

02Os concorrentes que vocês apontaram, lidos por dentro

Vocês mandaram a lista de quem consideram concorrente real. Abri o código de cada um hoje, 31/08, para ver não o que eles dizem, mas com o que eles estão equipados. O resultado explica a diferença de resultado melhor do que qualquer comparação de criativo.

Concorrente · conectaatas.com.br

Conecta Atas

  • Descrição do próprio site: "conectamos prefeituras e empresas vencedoras de licitações". É a mesma frase do negócio de vocês.
  • WordPress com WooCommerce: catálogo navegável com carrinho, não só vitrine.
  • Carrega um gerenciador de tags próprio, GTM-MKQNBWP4.
  • Já apareceu no diagnóstico como um dos 24 anunciantes ativos falando com órgão público.
Concorrente · atasdogoverno.com.br

Atas do Governo

  • Catálogo por categoria muito parecido com o de vocês: mobiliário escolar, climatização, informática, playground, projetos pedagógicos inclusivos.
  • WordPress com WooCommerce e carrinho ativo na home.
  • Carrega um gerenciador de tags próprio, GTM-PJTQZMQJ.
  • Vende conformidade legal na própria descrição, mesmo ângulo da 14.133 que vocês já usam.
Hoje · portalpapi.com.br

Grupo Portal

  • Feito no Zyro, construtor no-code, que limita o que dá para instalar de medição.
  • Nenhum gerenciador de tags. Em vez disso, duas tags soltas de Google Ads de dois fornecedores anteriores, AW-17929237351 e AW-17936553653.
  • Sem pixel do Meta e sem Analytics.
  • Catálogo publicado, mas sem carrinho ou pedido que gere um evento medível.
Os dois não estão na frente por verba. Estão na frente por instalação.

Um gerenciador de tags é a caixa onde as medições ficam. O que cada um colocou dentro da caixa não dá para ver de fora, então não vou afirmar que eles medem melhor. O que dá para afirmar é que eles têm a caixa e vocês não têm, e que os dois transformaram o catálogo em pedido com carrinho, que é o que gera o evento que ensina a campanha. É a mesma conclusão do diagnóstico, agora confirmada nos concorrentes que vocês mesmos escolheram.

Uma correção sobre a lista: o atas.net não é concorrente. É um software americano de análise de fluxo de ordens para trader de bolsa, coincidência de nome. Fica fora para não distorcer a conta.

03Fase 1, semana 1: instalar o instrumento

Esta fase não compra mídia. Ela existe para que a partir da semana 2 todo real gasto vire dado. É uma semana de trabalho, e é a única etapa que não dá para pular sem pagar por isso três meses depois.

1

Resolver o rastro das duas contas antigas

Descobrir a qual conta pertence cada uma das duas tags de Google Ads, decidir qual fica e remover a outra. Se não houver mais acesso a nenhuma das duas, criamos uma conta limpa em nome de vocês e desativamos o resto. Conversão dividida entre duas contas não otimiza nenhuma das duas, então enquanto isso não se resolve qualquer campanha de Google roda pela metade.

2

Instalar a medição que hoje não existe

Um gerenciador de tags próprio do Grupo Portal, Analytics de verdade, e o pixel do Meta com envio também pelo servidor, para não depender só do navegador da pessoa. É o mesmo tipo de instalação que os dois concorrentes da seção 02 já têm.

3

Marcar o que conta como resultado

Definir e instalar os eventos que importam, separados por frente: pedido de orçamento de órgão em primeiro lugar, depois contato de fornecedor e clique no WhatsApp. Sem essa separação os públicos voltam a virar um número só, que é o erro que o diagnóstico apontou como causa das tentativas anteriores.

Um passo a menos, e vale dizer por quê. O diagnóstico apontou dois sites no ar com marcas diferentes, e previa eleger um domínio oficial. Conferi hoje: o segundo endereço, grupotech-m6pqvqq3.manus.space, responde 404 e não está mais publicado. Sobrou um único endereço, portalpapi.com.br, o mesmo que está no Instagram de vocês. Nenhuma decisão de marca precisa ser tomada.
Ao fim da primeira semana, pela primeira vez, dá para responder três perguntas que hoje não têm resposta: quantas pessoas entraram, por onde vieram e o que fizeram. Os três anúncios que já estão no ar param de rodar cegos.

04A base de contatos é o maior ativo, e ela não é só do Google

Existe uma base de aproximadamente 50 mil contatos de órgãos públicos, com e-mail e telefone. Isso muda o plano, e muda para melhor: é a única coisa nesta operação que nenhum concorrente pode comprar no leilão. A leitura que chegou até vocês estava certa, mas parou na metade.

ataque 1

Google: a lista vira segmento de dados de clientes

Sobe e-mail e telefone, e o Google encontra essas pessoas. Só que isso não reserva a primeira posição: a pessoa da lista precisa pesquisar o termo do mesmo jeito, e a lista faz a gente lançar mais alto para aparecer para ela. Com 50 mil roda tranquilo, e rende ainda mais no YouTube e no Gmail que na própria pesquisa.

ataque 2

WhatsApp: disparo pela API oficial

Template aprovado previamente pela Meta, chegando no telefone do servidor responsável pela compra. Não é robô em celular comum nem lista de transmissão: é o canal oficial, que não derruba número quando bem usado.

Aqui a Meta cobra por mensagem enviada, e não por campanha: a categoria marketing no Brasil está hoje entre R$ 0,31 e R$ 0,40 por disparo. Por isso o envio nunca é para a base inteira de uma vez. É por lote, começando por quem tem compra em aberto, com o tamanho do lote decidido junto com vocês. Assim o custo é conhecido antes de cada envio, e nunca é surpresa depois.

ataque 3

E-mail: apresentar as atas para a base inteira

Comunicação recorrente para os 50 mil, mostrando quais atas estão vigentes e o que cada uma permite comprar sem abrir processo novo. Custo por contato próximo de zero, e aquece os outros dois canais: quem já viu o nome no e-mail responde melhor no WhatsApp e clica mais no anúncio.

o que isso resolve

Nos três, o público já é órgão público

Não tem leilão, não tem público frio, não tem curioso entrando pela palavra genérica. É o contrário exato do problema das tentativas anteriores, em que a verba ia embora em quem pesquisava "portal de compras públicas" sem querer comprar de ninguém.

Os três dependem da mesma resposta: de onde veio essa lista.

As três plataformas exigem que a pessoa tenha aceitado receber contato. Sem esse aceite, o Google barra a lista, o WhatsApp derruba o número por denúncia e o e-mail queima o domínio de vocês, e domínio queimado leva meses para recuperar. Se a base veio de cadastro, formulário ou relacionamento comercial, os três ataques entram já na fase 2. Se veio de raspagem de portal público, a gente desenha diferente, sem risco para a marca.

05Fase 2, semanas 2 a 4: tudo apontado para quem compra

Com o instrumento de pé, entra mídia. E entra numa frente só: o órgão público que adere à ata. A ata já existe e já está pronta para vender, então a fase 2 não tem outro trabalho senão colocá-la na frente de quem faz a compra, por todos os caminhos que existem para chegar nele.

Vocês já contaram exatamente como isso falha hoje: anunciam um trator e quem liga é agricultor.

Esse é o sintoma mais claro de tudo que este plano resolve, e veio de vocês, não de análise nossa. O anúncio mostra o produto, e o produto atrai quem quer comprar o produto, que no caso de um trator é quase sempre produtor rural. Vocês não vendem para ele. Vocês só vendem por ata, para órgão público. Cada uma dessas ligações é verba gasta e atendimento ocupado para uma venda que não existe.

Não é falta de verba nem criativo ruim: é anúncio que fala de produto quando devia falar de modalidade de compra. A correção acontece em três lugares ao mesmo tempo: no que a campanha exclui, no que o anúncio diz e no que o formulário pergunta.

1

Google, mirando só intenção de compra

Campanha de busca com "ata de registro de preços" no centro, mais os termos vizinhos de quem já sabe o que quer. E, tão importante quanto: as buscas de volume alto excluídas de propósito. "Portal de compras públicas", "licitação" e "compras públicas" somam quase 160 mil buscas por mês e entram como negativas, não como alvo. É o que separa relatório cheio de clique de pipeline cheio de contato.

E entra a segunda camada de negativas, a que resolve o caso do trator: "comprar", "preço", "usado", "financiamento", "revenda" e as variações de quem pesquisa como consumidor. Cada uma dessas palavras bloqueada é um telefonema de agricultor que não vai acontecer, e o pacote vale para o catálogo inteiro, não só para máquina agrícola.

2

Meta, só em cima de quem já passou por vocês

O Meta não filtra servidor de prefeitura por cargo, então não adianta procurar órgão público no frio. O que ele faz bem é voltar a aparecer para quem já entrou no site e para semelhante aos 2.288 seguidores do Instagram. Verba pequena, função de lembrete: quem pesquisou no Google e não pediu orçamento volta a ver vocês antes de decidir.

3

Uma página feita para quem adere à ata

O servidor que precisa comprar não pode cair na home institucional. Ele precisa de uma página que responda a pergunta dele: quais atas estão vigentes, o que cada uma permite comprar e como aderir sem abrir processo novo. E o formulário abre perguntando qual órgão a pessoa representa, o que faz dois trabalhos: filtra antes de chegar no atendimento de vocês, e ensina a campanha, porque só o contato qualificado volta ao Google e ao Meta como conversão. Com o tempo as plataformas param de procurar o agricultor sozinhas.

4

Ligar a base de 50 mil

Aqui entram os três ataques da seção 04, se a origem da base permitir, e é o passo mais importante da fase inteira. Não é preciso encontrar essas pessoas no leilão: o telefone e o e-mail já estão na mão. Nenhuma verba de mídia chega tão perto de quem decide quanto essa lista.

É no fim desta fase que sai o primeiro custo por contato real: quanto custa fazer um órgão público pedir orçamento de uma ata. Não é estimativa nem média de mercado, é o número de vocês medido na conta de vocês. E como tudo está concentrado numa frente só, ele fica confiável em três semanas em vez de seis.

06O que o anúncio vai dizer

Plataforma e verba não convencem ninguém sozinhas. Compra pública tem calendário, e é nele que a campanha se apoia.

O anúncio não vende ata. Vende o problema de calendário que a ata resolve.

"Portal de atas de registro de preços" não é uma frase que faz alguém parar de rolar o feed. "Falta carteira para o primeiro dia de aula e não dá tempo de abrir licitação" é. É a mesma oferta, dita do lado do problema em vez do lado do produto, e é o que separa anúncio institucional de anúncio que gera pedido.

dezembro a fevereiro

Volta às aulas

Mobiliário escolar, projeto pedagógico inclusivo e material. A data não se negocia: a carteira precisa estar na sala no primeiro dia letivo, e quem só descobriu a falta em janeiro não tem prazo para abrir processo novo. Fala direto com metade do catálogo de vocês.

outubro a dezembro

Fechamento do exercício

O orçamento que não é empenhado dentro do ano não atravessa para o ano seguinte. É o único momento do calendário em que a pressa vem do lado de quem compra, e aderir a uma ata que já existe é o caminho mais curto que existe para empenhar sem abrir processo do zero. Na leitura de fora, este é o gancho mais forte do ano.

setembro a março

Calor e climatização

Sala de aula sem ar condicionado vira pauta de vereador e cobrança de pai de aluno todo verão. Climatização já está no catálogo, e a demanda chega com prazo curto e pressão pública em cima, que é exatamente o cenário em que um processo licitatório novo não cabe.

o ano todo

Obra entregue e espaço novo

Escola reformada, creche inaugurada, praça entregue. Todo espaço novo precisa ser mobiliado e equipado antes de abrir, e a inauguração já tem data marcada quando a compra começa a ser pensada. Playground e informática entram por aqui.

Um gancho, três canais, um custo de produção só.

O mesmo ângulo de calendário vira anúncio no Google, mensagem de WhatsApp para a base de 50 mil e e-mail para quem ainda não respondeu. Não são três campanhas: é uma ideia usada três vezes, e é isso que torna possível manter constância com a verba da seção 08. O resultado de cada canal é lido separado, porque a fase 1 separou os eventos.

Os quatro ganchos acima são leitura de fora, e é aí que vocês entram. Quem sabe em que mês a prefeitura de fato compra cada coisa, e qual objeção aparece primeiro, são vocês. Essa é a informação mais valiosa que vocês têm para entregar na fase 1, e vale mais que aumento de verba: o que o anúncio diz pesa mais no custo por contato do que a plataforma escolhida.
Carteira escolar e trator não são compradas pela mesma pessoa: uma é secretaria de educação, a outra é agricultura ou obras, cada uma com o seu mês e a sua urgência. Por isso a campanha nasce separada por categoria, e não como uma campanha só de "atas". Campanha genérica obriga o Google a adivinhar qual público vale mais, e ele adivinha pelo volume, que é onde está o comprador errado.

07Fase 3, semanas 5 a 8: entrar na frente cara com argumento

Só agora a frente do fornecedor, a que tem 225 anunciantes ativos disputando a mesma pessoa. E aqui o público é mais estreito do que parece, o que é uma vantagem: não é qualquer empresa que quer vender para o governo, é a que já ganhou a licitação, já tem ata e não está conseguindo tirar venda dela.

O que os 225 vendem

O mapa

  • Curso, mentoria e consultoria ensinando a empresa a vender para o governo.
  • Desafio de Vendas para o Governo, Vencendo Licitações, ConLicitantes, Licitage e dezenas de professores com aula liberada.
  • Todos resolvem a mesma coisa: explicar o caminho até ganhar a licitação.
  • Todos param exatamente onde o problema de vocês começa. Nenhum deles resolve o que fazer com a ata depois que ela existe.
O que vocês vendem

O atalho

  • Colocar uma ata que já existe na frente do órgão que compra, que é a parte que ninguém ensina porque não é conhecimento, é acesso.
  • Entre os 225 anúncios eu não encontrei um só oferecendo isso.
  • O público está pronto e é estreito: a empresa que venceu a licitação, tem a ata vigente e ela está parada. Ela não precisa de mais um curso, já passou dessa etapa e o problema continua.
  • A campanha entra com o pixel treinado desde a semana 1, sabendo com quem falar em vez de aprender do zero.
Esta é a fase em que a verba pode crescer com segurança, porque a essa altura já existe um custo por contato conhecido, o do órgão público, medido na conta de vocês, para comparar com o que o fornecedor custar. Se o fornecedor sair muito mais caro sem trazer venda mais rápida, ele não abre e a verba volta para a frente que provou. Sem essa referência, qualquer valor investido aqui é aposta.
E a frente do representante, por que não agora?

Ela é a única frente do setor com zero concorrente anunciando, e o custo de recrutar deve ser o mais barato dos três. Ainda assim fica para depois, porque abrir agora gastaria verba e atenção numa frente que ainda não tem o que entregar para quem for recrutado. O momento certo é quando o funil do órgão estiver girando e a fila de atendimento pedir mais gente na rua.

08Por onde a verba de mídia começa

Uma frente por vez também significa uma conta por vez. Não existe aqui um pacote fechado a ser aprovado hoje: existe um ponto de partida, dimensionado pelo tamanho do mercado, e cada passo seguinte só é discutido quando o anterior já devolveu número.

A frente do órgão público começa com cerca de R$ 1.600 por mês em mídia.

Esse número não é previsão de resultado nem apetite nosso: é o que custa cobrir as buscas que existem. O termo central tem 2.900 buscas por mês e o clique no topo custa de R$ 1,85 a R$ 7,14, então acima disso a verba não acha mais busca boa e escorre para termo genérico. A verba é paga direto ao Google e ao Meta e não passa pela Altavance em momento nenhum.

As fases seguintes não somam automaticamente em cima disso. Abrir a frente do fornecedor é uma decisão, tomada com o custo por contato da fase 2 na mão, e pode muito bem ser a de não abrir e reforçar a frente que já provou. O mesmo vale para o disparo por lote no WhatsApp, que só entra depois de confirmada a origem da base. Cada passo desses é uma conversa com número real em cima da mesa, não um compromisso assumido hoje.

Volumes de busca e faixas de clique do Planejador de Palavras-chave do Google Ads, Brasil, consultados em 20/08/2026.

Uma observação que vale mais que o valor: campanha que liga e desliga nunca sai da fase de aprendizado e recomeça do zero a cada retomada. R$ 1.600 por mês durante três meses produz muito mais informação do que R$ 4.800 num mês só. Se precisar cortar, reduza a verba e mantenha a campanha no ar, nunca pause.

09O que precisa de vocês, e o que vocês recebem em troca

A lista é curta de propósito. Nada aqui exige refazer o site, trocar de plataforma ou parar de vender enquanto arruma.

Acessos, leva 15 minutos
4 itens
  • Painel do site, para instalar a medição e resolver a tag duplicada.
  • Gerenciador de negócios do Meta, como parceiro. A conta continua de vocês.
  • As duas contas de Google Ads por trás daquelas tags, se ainda houver acesso. Se não houver, criamos uma limpa.
  • Acesso ao WhatsApp Business do número que hoje recebe contato, para preparar o disparo por lote quando a origem da base estiver confirmada.
Quatro decisões de vocês
4 respostas
  • De onde veio a base de contatos. Continua sendo a pergunta que trava mais coisa neste plano, e ela ficou ainda mais decisiva agora que a fase 2 tem uma frente só: é a base que faz a diferença entre falar com quem compra e esperar que quem compra pesquise.
  • Quantas atas estão vigentes hoje e o que cada uma permite comprar. É o conteúdo da página de destino e da mensagem do disparo. Sem essa lista o anúncio volta a ser institucional, que é o que não funcionou nas tentativas anteriores.
  • Qual o volume de pedido que vocês conseguem atender por mês. Determina quando abrir a frente do representante, e evita ligar recrutamento antes de ter demanda para entregar a quem for recrutado.
  • Se a verba proposta na seção 08 cabe. A faixa está dimensionada pelo tamanho do mercado, não pelo nosso apetite. Se não couber, dá para rodar só o Google da fase 2 e adiar o resto, mas isso precisa ser decidido e não descoberto no meio do caminho.
Como isso se prova

Em 60 dias vocês sabem quanto custa fazer um órgão público pedir orçamento de uma ata.

Não vou prometer número de lead, e desconfiem de quem prometer sem ter medido nada na conta de vocês. O que dá para garantir é o dado: quanto custa um órgão interessado, medido na conta de vocês, separado por canal, e o mesmo número para o fornecedor se a fase 3 for aberta. Prometo dois números e não três de propósito: o representante saiu do escopo das oito semanas, então seria desonesto garantir o custo de uma frente que não vai rodar.

Quanto custa cobrir as buscas que existem dá para calcular hoje; quanto elas vão render, não. Enquanto esses números não existirem, qualquer promessa de retorno é palpite, de qualquer agência, inclusive da nossa.

O próximo passo é o acesso do site.

Com o painel do site e o gerenciador do Meta liberados, a fase 1 começa no mesmo dia e não depende de mais nenhuma reunião. Nenhuma conta muda de dono: entramos como parceiro convidado, e campanha, anúncio e histórico ficam com vocês, sempre.

Se preferir começar menor, dá para fazer só a fase 1 e decidir a verba depois de ver o primeiro dado. Nessa ordem vocês não gastam mídia enquanto o sinal ainda não está de pé, que é o oposto do que acontece hoje.

Rodrigo Queiroz
Rodrigo Queiroz Geração de demanda
Falar com o Queiroz